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Segurança | Como soluções de segurança eletrônica podem proteger frotas empresariais


Imagine um sistema de segurança que lhe dá informações e ajuda a identificar quando o motorista de um veículo apresenta sinais de má condução, permitindo que uma central de monitoramento impeça remotamente o carro de ligar. Pode parecer uma cena futurística, mas já é uma realidade por meio de opções de câmeras e dispositivos de gravação de imagem — chamados de DVRs – que monitoram em tempo real a trajetória do carro e o comportamento do condutor.

Os sistemas de monitoramento de frotas de veículos, como os DVRs, evoluíram muito nos últimos anos, em um mercado de equipamentos cada vez mais aquecido: 34% de crescimento entre os anos de 2010 e 2017, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Atenta a essa tendência, a Intelbras, empresa 100% brasileira desenvolvedora de equipamentos de segurança eletrônica, oferece uma linha com câmeras e gravadores capazes de atender às mais diversas necessidades de segurança veicular e gerenciamento logístico das empresas.

As câmeras são compactas e produzem imagens em alta definição até mesmo em ambientes de baixa luminosidade com auxílio dos LEDs infravermelhos. Possuem mecanismos antivibração e alguns modelos têm até mesmo proteção contra resíduos sólidos e líquidos, o que permite a instalação na parte externa do veículo. O gravador digital tem modelos com espaço para instalação de um chip 3G para conexão com a internet e GPS para acompanhar o veículo no mapa em tempo real.

Com o gravador conectado, é possível acessar as imagens das câmeras de qualquer lugar, por meio de um computador, tablet ou smartphone. E o aparelho conta ainda com um software gratuito que interage com o sistema do carro, o que permite bloquear o veículo remotamente.

A Intelbras analisa as necessidades de cada cliente para entender quais aparelhos que se adequam às necessidades da empresa. “Fazemos um projeto–piloto para que o cliente saiba exatamente o que está comprando e não tenha problemas de desempenho no futuro”, diz Sérgio Passos Jr., engenheiro responsável pela área de câmeras e DVRs veiculares da Intelbras.

Em 2016, por exemplo, a Intelbras realizou um piloto com 60 ônibus, em Florianópolis (SC), a pedido do Consórcio Fênix, instituição responsável pela gestão do transporte público da cidade, onde trafegam diariamente mais de 220 000 pessoas. O piloto foi um sucesso e o projeto de implantação dos equipamentos de segurança foi ampliado. Hoje, 90% dos 537 ônibus que circulam nas mais de 180 linhas da capital catarinense já têm câmeras e DVRs instalados.

Cada ônibus tem quatro câmeras e um gravador com cartão de memória de 64 GB. Além disso, todos estão conectados à internet por meio de um chip 3G. “Dessa forma, se acontece um acidente, ou algum congestionamento inesperado, conseguimos acompanhar e planejar ações de maneira mais eficiente”, diz Rodolfo Guidi, gerente operacional do Consórcio Fênix.

Houve um processo de adaptação dos funcionários ao sistema de segurança. Segundo Guidi, os motoristas acreditavam que a tecnologia era para vigiá-los. Mas a situação foi revertida com o tempo. “Os motoristas são acusados de deixar passageiros fora do ponto de ônibus, de dirigir em alta velocidade e de causar batidas e acidentes.

Com as imagens, as ocorrências podem ser avaliadas em detalhes. Não existe a chance de um funcionário ser julgado injustamente. Essa mudança aumentou a confiança entre os motoristas e a gerência”, diz. A maior prudência dos condutores também reduz o número de reclamações, garante mais segurança e diminui os gastos da empresa com manutenção veicular.

Os equipamentos da Intelbras têm acelerômetros que registram a velocidade dos veículos. Isso permite avaliar se um motorista acelera demais, freia bruscamente com frequência ou se ele faz curvas muito fechadas. “São atitudes que aumentam os gastos com combustível, pastilhas de freio e pneus. Só que, baseado em experiências que já tivemos com alguns clientes, se a empresa investe na reeducação dos motoristas a partir das informações geradas pelo sistema, é possível reduzir as despesas com manutenção e combustível em até 20%”, diz Passos.

Há outras vantagens econômicas. As seguradoras dão descontos de até 10% para empresas que usam esses equipamentos em seus veículos. Já o tempo médio para o retorno do investimento é variável. “A redução com manutenção e os descontos contribuem para o pagamento, mas imagine que o sistema ajude na recuperação de uma carga roubada que valha 400 000 reais, por exemplo? Nesse caso, o retorno financeiro será muito rápido”, explica.

Um exemplo disso pode ser encontrado no transporte dos combustíveis em postos de gasolina. Esse tipo de carga tem alto valor agregado e é muito visado para furtos. Por isso, diversas transportadoras responsáveis pelo frete usam soluções da Intelbras para garantir a segurança do combustível.


Por: Abril Branded Content
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