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Mesmo na crise o setor de segurança eletrônica cresce 8% no estado do Amazonas


Na contramão da crise, o setor de segurança eletrônica, que inclui vendas de equipamentos, instalação e monitoramento 24 horas, cresceu 8% no primeiro semestre do ano em relação ao mesmo período de 2015. Com a melhora, as contratações voltaram a ocorrer e registrou aumento de 10% no quadro de funcionários, segundo informou o presidente do Sindicato das Empresas do Sistema Eletrônico de Segurança do Estado do Amazonas (Siese/AM), Esperidião Gomes.

“No início do ano, o setor estava devagar e registrou uma queda de 6% e demissões de 15% do quadro de funcionários no primeiro trimestre. Mas o semestre fechou com um crescimento de 8%. Isso mostra que as pessoas começaram a ver a necessidade de investir em segurança devido ao aumento da criminalidade”, disse.

A expectativa de crescimento do setor até o fechamento de 2016 é de mais de 6%, segundo o presidente. “A crise é um fator que aumenta a demanda por segurança eletrônica”, avalia.

De acordo com Gomes, são 32 empresas que atuam no mercado e cada uma contratou até cinco pessoas nesse primeiro semestre. “Essas empresas estão contratando apenas a mão de obra mais qualificada, com curso de automação e elétrica”, disse, acrescentando que as empresas renovaram o quadro de funcionários, no início do ano, demitindo a mão de obra não qualificada, ou seja, os ajudantes de instalação.

De acordo com o sindicalista, o salário médio do operador está entre R$ 930 e R$ 2,5 mil, em média, e do vendedor comercial, entre R$ 3,5 mil a R$ 5 mil, com a comissão.

Para o gerente de segurança da Global Service Segurança Eletrônica, Laurent Munguba, o primeiro semestre da empresa fechou com 5% de crescimento. “Diante da retração na economia, a insegurança tem aumentado e isso força a população em geral a fazer a instalação de equipamentos de segurança eletrônica”, disse. Mas esse crescimento, segundo o gerente, é menor quando se analisa o mesmo período dos anos anteriores a 2015. “Há três anos, fechávamos o primeiro semestre com um crescimento de 15% a 20%”, disse.

O empresário Fábio Lima, da Maprotem, também comemora os resultados, apesar de ponderar que este mercado ainda sofre resistência em Manaus. “Nos últimos dois meses, tivemos um crescimento de 100%, ou seja, dobrou de junho para julho.


Distrito Industrial troca vigilantes pelos sistemas eletrônicos

A procura pelo serviço também cresceu nas empresas do Distrito Industrial, segundo informou o sócio-proprietário da Tubarão Segurança Eletrônica, Marcos Olanda, que faz o monitoramento para 20 indústrias, com a troca de pessoal por equipamentos.

“Nesta crise, as empresas do distrito estão economizando. O que elas fizeram: substituíram os vigilantes por segurança eletrônica. Com isso, registramos um crescimento por essa demanda de 20%, em relação ao mesmo período de 2015”, disse, acrescentando que, nos anos anteriores, a indústria representava um crescimento de 5% a 6% no primeiro semestre.

De acordo com Olanda, a empresa obteve um crescimento de 15% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado e que por isso, aumentou em 5% o quadro de funcionários. “Não posso reclamar. Espero que feche o ano com um crescimento de 20%”, disse.


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