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Aumento da criminalidade impulsiona setor de segurança privada


Inaugurado há seis anos, o Condomínio Residencial Venezia, no bairro Santa Luzia, sempre contou com vigilância humana em tempo integral, inclusive com reforço no período noturno. A prestação do serviço nunca foi encarada como despesa pelos cerca de 800 moradores, mas como um importante investimento, segundo o síndico Reginaldo Flores. “Tendo em vista o aumento da criminalidade na região, a meta agora é ampliar a rede de segurança do condomínio com câmeras, elevação dos muros e até mesmo a implantação de cercas elétricas”, afirma preocupado.

Diante do clima de insegurança e da ineficiência do poder público, é cada vez maior o número de pessoas e empresas que recorrem à segurança privada, um ramo em forte ascensão no país, com crescimento de 68% nos últimos nove anos, de acordo com a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transportes de Valores (Fenavist). Só no ano passado, foram investidos R$ 50 bilhões no segmento.

O Sindicato dos Empregados nas Empresas de Vigilância e Transportes de Valores da Região Sul (Sinvac) não possui dados atualizados. Mas o presidente Bento Acelino de Freitas garante que “o crescimento da atividade na região também foi significativo na última década”. Atualmente, 22 empresas prestam serviços terceirizados na área de vigilância patrimonial, com cerca de 1,2 mil trabalhadores.

Nova opção no mercado
Nos últimos nove anos, mais de mil novas empresas ingressaram nesse mercado em todo o Brasil, segundo a Fenavist. Criciúma conta com uma delas. Na área de terceirização de serviços e administração logística há oito anos, a empresa TecServ viu na área de segurança privada a oportunidade de expandir seu ramo de atuação. Foi fundada então a Empretec Vigilância Patrimonial, certificada e autorizada pela Polícia Federal, órgão que regulamenta a atividade.

“Oferecemos vigilância patrimonial armada, desarmada e monitorada. A entrada no mercado foi burocrática, mas seguimos corretamente todos os trâmites para oferecer um serviço de qualidade e credibilidade aos nossos clientes”, afirma o sócio-proprietário Davi da Silva Teixeira.

Benefícios da terceirização
O sócio-proprietário da Empretec chama atenção para os benefícios da terceirização de mão de obra na área de segurança privada. “O contratante não precisa pensar em recrutamento, seleção, treinamento ou acompanhamento dos profissionais. Nós oferecemos o pacote completo. Outro benefício é a substituição ágil, em caso de necessidade, sem falar na redução de custos com encargos e a despreocupação com questões jurídicas”, orienta Teixeira.

A Satc, cliente da empresa, incrementou há pouco tempo o número de vigilantes que atuam nos mais de 51 mil metros quadrados de área, no bairro Universitário. A segurança dos alunos, considerada o maior patrimônio, é realizada 24 horas por dia, 365 dias ao ano com a ajuda de 340 câmeras de segurança, além de vigilância humana. “Nossa segurança sempre foi orgânica, com pessoas diretamente ligadas à instituição, porém sentimos a necessidade de reforçar a equipe e optamos pelo custo-benefício dos colaboradores terceirizados”, explica o gerente do campus, Luiz Augusto Faraco.


Por: Carol Bortot, Nazário e Bortot Comunicação
Fonte: Engeplus Telecom
Edição: Diogenes Bandeira - Consultor de Segurança Eletrônica
Blog: Diogenes Bandeira
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