∴ Diogenes Bandeira - Consultor de Segurança Eletrônica ∴

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Empresa de segurança privada Quality, teve grande quantidade de armas roubadas.



ATUALIZAÇÃO:

Foi como falei com minha namorada, esse roubo foi muito fácil na Quality. Há um ano visitei uma empresa de segurança privada para dar uma olhada na sua sala de armamento (paiol de armas), já que faço manutenção em armas de fogo, a segurança era total diferente da empresa Quality. Na entrada tem uma guarita blindada com 2 vigilantes(com PT938 e espingarda calibre 12 isso era cada vigilante), na sequencia tem 1 vigilante de PT938 e uma calibre 12 dentro de um sistema de encruza(1 porta só abre se a outra estive fechada) nesse sistema alem das portas ser blindada ainda tem uma portinhola(uma fenda para poder colocar o cano da arma de fogo e fazer os disparos), depois de tudo isso ainda tinha 2 vigilantes com PT938 e uma calibre 12 cada e 2 escudo para se defender. Por fim, chequei na porta do paiol... Notaram a diferencia desta empresa de segurança que eu visitei para a Quality? A Quality só tinha 1 vigilante com 1 revolver calibre .38 para guarda todo esse arsenal de armas de fogo que foi roubado. A questão era fácil para os policiais, eram só saber quem tem acesso as armas e puxar a vida regressa de cada um. Até eu um simples mortal já tinha solucionado o crime, quando fale para minha namorada que tinha cara de vigilante envolvido nesse crime. Por fim é muito lamentável saber que uma pessoa que é paga para proteger um patrimônio esta envolvido no crime.
 Diogenes Bandeira.
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Um dos donos da empresa de segurança privada Quality, que teve grande quantidade de armas roubadas na manhã de ontem, na zona oeste de São Paulo, estima o prejuízo em torno de R$100 mil.

Foram levadas 60 armas --16 espingardas calibre 12 e 44 revólveres calibre 38--, além de munições, 15 coletes à prova de balas e cinco radiocomunicadores.
"O que a gente lamenta é não poder ter repelido a ação, que já aconteceu com outras empresas e com o mesmo modus operandi. O maior prejuízo é saber que essas armas vão alimentar o crime.", diz Marcelo Oscar Ferlini, 57, empresário argentino que vive no Brasil há 24 anos e diz trabalhar há 30 no ramo de segurança.

Segundo ele, o arsenal estava em uma sala protegida com grades e portas de chapa metálica. O alarme, segundo ele, não estava ativado no momento porque a empresa estava em funcionamento.
Ele diz que os itens roubados não comprometerão o atendimento aos cerca de 40 clientes.


O ROUBO

De acordo com a Polícia Civil, por volta das 7h, três criminosos entraram na Quality Inteligência em Segurança, que funciona em uma rua do Jardim Bonfiglioli, área residencial de classe média.

A polícia não tinha suspeitos. Em outros casos, armamentos roubados em grande quantidade foram parar nas mãos do crime organizado.
Em 2009, armas levadas de um centro de treinamento em Ribeirão Pires (Grande São Paulo) foram achadas no Rio, em áreas onde então atuavam as facções Comando Vermelho e Terceiro Comando.

Antes, o bando rendeu um vigilante da empresa, de 36 anos. Em depoimento no 14º DP (Pinheiros), ele disse ter sido atacado por dois homens armados em uma passarela sobre a rodovia Raposo Tavares, a 400 m da Quality.
Ele contou ter sido ameaçado de morte e levado à empresa, onde outro vigia, de 23 anos, o aguardava para a troca de turno. O segundo vigilante afirmou que viu o colega sob a mira das armas e foi obrigado a abrir o portão.

Em seguida, abriu a garagem para a entrada do terceiro assaltante, que estava em uma Fiorino branca, usada para transportar o arsenal.
Os vigilantes também contaram que foram obrigados a levar o bando à sala de monitoramento, onde os criminosos danificaram as câmeras.

Os dois vigilantes foram deixados pela quadrilha em Carapicuíba. A Polícia Civil investiga se os ladrões receberam informações privilegiadas e se houve a participação de funcionário no crime. 


De acordo com a Polícia Civil, por volta das 7h, três criminosos entraram na Quality Inteligência em Segurança, que funciona em uma rua do Jardim Bonfiglioli, área residencial de classe média. A polícia não tinha suspeitos. Em outros casos, armamentos roubados em grande quantidade foram parar nas mãos do crime organizado. Em 2009, armas levadas de um centro de treinamento em Ribeirão Pires (Grande São Paulo) foram achadas no Rio, em áreas onde então atuavam as facções Comando Vermelho e Terceiro Comando. Antes, o bando rendeu um vigilante da empresa, de 36 anos. Em depoimento no 14º DP (Pinheiros), ele disse ter sido atacado por dois homens armados em uma passarela sobre a rodovia Raposo Tavares, a 400 m da Quality. Ele contou ter sido ameaçado de morte e levado à empresa, onde outro vigia, de 23 anos, o aguardava para a troca de turno. O segundo vigilante afirmou que viu o colega sob a mira das armas e foi obrigado a abrir o portão. Em seguida, abriu a garagem para a entrada do terceiro assaltante, que estava em uma Fiorino branca, usada para transportar o arsenal. Os vigilantes também contaram que foram obrigados a levar o bando à sala de monitoramento, onde os criminosos danificaram as câmeras. Os dois vigilantes foram deixados pela quadrilha em Carapicuíba. A Polícia Civil investiga se os ladrões receberam informações privilegiadas e se houve a participação de funcionário no crime.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/09/24/armas-roubadas-vao-alimentar-o-crime-diz-dono-da-empresa-de-seguranca.jhtm
Um dos donos da empresa de segurança privada Quality, que teve grande quantidade de armas roubadas na manhã de ontem, na zona oeste de São Paulo, estima o prejuízo em torno de R$100 mil. Foram levadas 60 armas --16 espingardas calibre 12 e 44 revólveres calibre 38--, além de munições, 15 coletes à prova de balas e cinco radiocomunicadores. "O que a gente lamenta é não poder ter repelido a ação, que já aconteceu com outras empresas e com o mesmo modus operandi. O maior prejuízo é saber que essas armas vão alimentar o crime.", diz Marcelo Oscar Ferlini, 57, empresário argentino que vive no Brasil há 24 anos e diz trabalhar há 30 no ramo de segurança. Segundo ele, o arsenal estava em uma sala protegida com grades e portas de chapa metálica. O alarme, segundo ele, não estava ativado no momento porque a empresa estava em funcionamento. Ele diz que os itens roubados não comprometerão o atendimento aos cerca de 40 clientes.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/09/24/armas-roubadas-vao-alimentar-o-crime-diz-dono-da-empresa-de-seguranca.jhtm
Um dos donos da empresa de segurança privada Quality, que teve grande quantidade de armas roubadas na manhã de ontem, na zona oeste de São Paulo, estima o prejuízo em torno de R$100 mil. Foram levadas 60 armas --16 espingardas calibre 12 e 44 revólveres calibre 38--, além de munições, 15 coletes à prova de balas e cinco radiocomunicadores. "O que a gente lamenta é não poder ter repelido a ação, que já aconteceu com outras empresas e com o mesmo modus operandi. O maior prejuízo é saber que essas armas vão alimentar o crime.", diz Marcelo Oscar Ferlini, 57, empresário argentino que vive no Brasil há 24 anos e diz trabalhar há 30 no ramo de segurança. Segundo ele, o arsenal estava em uma sala protegida com grades e portas de chapa metálica. O alarme, segundo ele, não estava ativado no momento porque a empresa estava em funcionamento. Ele diz que os itens roubados não comprometerão o atendimento aos cerca de 40 clientes.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/09/24/armas-roubadas-vao-alimentar-o-crime-diz-dono-da-empresa-de-seguranca.jhtm
Um dos donos da empresa de segurança privada Quality, que teve grande quantidade de armas roubadas na manhã de ontem, na zona oeste de São Paulo, estima o prejuízo em torno de R$100 mil. Foram levadas 60 armas --16 espingardas calibre 12 e 44 revólveres calibre 38--, além de munições, 15 coletes à prova de balas e cinco radiocomunicadores. "O que a gente lamenta é não poder ter repelido a ação, que já aconteceu com outras empresas e com o mesmo modus operandi. O maior prejuízo é saber que essas armas vão alimentar o crime.", diz Marcelo Oscar Ferlini, 57, empresário argentino que vive no Brasil há 24 anos e diz trabalhar há 30 no ramo de segurança. Segundo ele, o arsenal estava em uma sala protegida com grades e portas de chapa metálica. O alarme, segundo ele, não estava ativado no momento porque a empresa estava em funcionamento. Ele diz que os itens roubados não comprometerão o atendimento aos cerca de 40 clientes.

Leia mais em: http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2012/09/24/armas-roubadas-vao-alimentar-o-crime-diz-dono-da-empresa-de-seguranca.jhtm
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