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Bolsa Crack: vice-prefeito do Rio de Janeiro Adílson Pires, quer distribuir bolsas de R$ 900,00 para as famílias de usuários de crack.

O futuro vice-prefeito do Rio, Adílson Pires, atual vereador do PT que vai acumular o cargo de secretário municipal de Desenvolvimento Social. A primeira medida que anunciou e que está sendo estudada é distribuir bolsas de R$ 900,00 para as famílias de usuários de crack para que elas possam acolhê-los. Isso não é apenas uma ideia de jerico, demonstra que Adilson Pires está completamente alienado, fora da realidade. A noticia de que a Prefeitura do Rio de Janeiro pretende dar uma bolsa auxilio para famílias pobres que se comprometam a cuidar de seus familiares, menores de idade, viciados em crack gerou um pequeno alvoroço nas redes sociais. Pagar 900 reais para a família de um viciado? Qual seria a lógica por trás de uma benevolência como essa? Não dá para simplesmente descartar a ideia de inicio, é preciso analisar a fundo a validade da proposta. Pelo noticiado a bolsa seria paga apenas a famílias em estado de pobreza que deveriam usar o auxilio para reinserir o jovem viciado no ambiente familiar saudável, além de prover medicação, alimentação e artigos de primeira necessidade. As famílias seriam visitadas por agentes sociais para determinar a necessidade e tamanho de tal auxilio e fazer o acompanhamento do processo de ressocialização do paciente/viciado. No papel parece tudo muito bonito e há de fato um embasamento legitimo para esse tipo de ação. Porém há grandes dificuldades para implementação efetiva de uma programa como esse. Dificuldades que a meu ver a prefeitura não tem como superar por falta de estrutura e pessoal qualificado. Seria necessário um acompanhamento muito rigoroso e atenciosos para que o beneficio não se torne uma maneira de “arrancar” dinheiro do estado. Com um pouco de “malandragem” uma família pode burlar o “sistema”, e sabemos que malandragem não é artigo em falta na nossa sociedade. Ademais, o simples suporte financeiro não transformara a família do viciado em uma estrutura social saudável e potente o suficiente para manter o mesmo longe do vício. Creio que a prefeitura pode aproveitar a mesma quantidade de dinheiro de maneira mais eficiente através da construção de abrigos de ressocialização que tenham melhor infraestrutura e profissionais mais qualificados. Ambientes que possam ser facilmente controlados e fiscalizados pelo Ministério Público, para não virarem um vazadouro de dinheiro público.

E O SALÁRIO MÍNIMO EM 2013 SERÁ DE R$670,95.

Fonte: Facebook, DNA Militar.


Bolsa Crack: vice-prefeito do Rio de Janeiro Adílson Pires, quer distribuir bolsas de R$ 900,00 para as famílias de usuários de crack. Bolsa Crack: vice-prefeito do Rio de Janeiro Adílson Pires, quer distribuir bolsas de R$ 900,00 para as
famílias de usuários de crack. Reviewed by Diogenes Bandeira on 01:59:00 Rating: 5

3 comentários:

  1. Washington Silva

    Se eu for expressar a minha opiniao,
    infelizmente vou ter que usar palavras de
    baixo calao. E por essas e outras que a
    vagabundagem aumenta, tem ate patrocinio
    dos proprios governantes.

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  2. Willian Totti

    E pra acabar mesmo, agora vão financiar
    drogado... Aumentar o salário mínimo
    ninguém quer?! Essa política brasileira ta
    CRACK mesmo! Vamos votar a nova lei pedra
    para os políticos, quem sabe assim não
    param de mamar nas tetas do povo e
    esvaziam a pança e os bolsos...

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  3. Anderson Ramos

    R$ 622 x R$ 900 = o bixo vai pegar, campanha vamos puxar mais o gatilho... rsrsrs

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