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Conheça o Studio Hybrid da DELL e se prepare: o futuro é dos pequenos.

F1: O Hybrid em  toda a sua imponência.
A linha Dell Studio  tem grande preocupação com beleza e performance. São equipamentos voltados para público exigente, focados em oferecer boa performance em multimídia.
O Hybrid é de longe o mais “diferente” desta linha. A Dell quis lançar um produto pequeno e prático, mas ainda poderoso, para atender o consumidor que deseja economia de espaço com visual moderno. Ele chama a atenção pelas suas medidas: com apenas 7 cm de espessura, 21 cm de comprimento e 22 cm de altura (de pé e com a base metálica, como visto na figura 1), ele tem tudo para ser confundido com um terminal leve.

Mas de “leve” ele não tem nada, suas especificações são superiores às de muitos computadores “grandes”. Na loja online da Dell é possível escolher cada componente do sistema, montando a máquina ideal. Ilustramos na tabela 1 a menor configuração possível, bem como a maior. Mas existem diversos componentes intermediários, por exemplo, a unidade que testamos tem processador Pentium Dual-Core, melhor que o Celeron Dual-Core porém inferior ao Core2Duo.


Pela tabela fica claro que o Hybrid não tem a intenção de concorrer com computadores de baixa performance e baixo custo. Com processadores Dual-Core, no mínimo 2 GB de memória RAM e já acompanhando o Windows Vista, ele se coloca como uma estação de trabalho com performance confortável, belo visual e economia de espaço.
Apesar de não constar na tabela, ele também traz um mouse óptico e um teclado de baixo perfil com teclas multimídia. Ambos são USB, pois o equipamento não conta com nenhuma porta legada PS/2 ou Serial RS-232.

Este pequeno PC está mais para notebook do que para computador de mesa. Seu processador é uma versão mobile, bem como a memória, HD e todo o restante. Dessa forma, sua performance é compatível com a de um notebook com especificações semelhantes. O melhor é que o consumo também é proporcional ao de um notebook.
O sistema é bem ágil para tarefas cotidianas, mas não espere executar nenhum jogo com gráficos 3D. O GPU integrado da Intel não serve para isso. Por outro lado o sistema roda programas de edição de imagens como Photoshop muito bem, graças ao processador Dual-Core e à boa quantidade de memória, especialmente se o comprador optar por adquirir 4 GB.
Na parte traseira do equipamento, como o leitor pode observar na figura 2, há muitas opções de conexões. Para vídeo temos os conectores DVI e HDMI, para áudio há uma saída óptica digital, além dos tradicionais conectores P2 analógicos. Há três conexões USB 2.0, que na verdade são poucas, pois como ele não tem portas legadas para periféricos, duas delas obrigatoriamente serão utilizadas por teclado e mouse. Um conector IEEE 1394 (conhecido como FireWire) também está disponível. Por fim, um conector RJ45 se encarrega da conexão com a rede cabeada. A propósito, esta não é a única forma de conexão disponível, pode-se adquirir o Hybrid já com interface Wi-Fi embutida, o que o torna ainda mais conveniente.

F2: Vista traseira do Hybrid
Na face frontal há mais duas portas USB, um leitor de cartões 7-em-1, um jack para fones de ouvido e o drive DVD-RW, muito bem integrado com o design do aparelho. Seu funcionamento é como o de um CD-Player automotivo, não há bandeja para o disco, ele é simplesmente inserido em uma fenda e o drive se encarrega de puxá-lo para dentro.

O maior trunfo do Studio Hybrid é ser um computador totalmente funcional e potente, porém ocupando o espaço de um roteador Wi-Fi.
Ao contrário de muitos sistemas diminutos, que abrem mão de performance, este aqui oferece tudo que é necessário para uma boa estação de trabalho. Se suporte a aceleração 3D não for imperativo, o Hybrid é plenamente capaz de executar qualquer tarefa.
O bonito design não chega a ser chamativo demais e vai bem com qualquer ambiente: escritórios, consultórios, agências de webdesign, residências, etc. O funcionamento do aparelho é silencioso, em momento algum o usuário se sente incomodado com este sistema, o que também contribui para sua utilização em ambientes onde silêncio seja fundamental.

Como o hardware é bastante poderoso, o HD de 5400 rpm se torna um gargalo. Um SSD faria diferença na performance deste sistema, mas é provavel que o público-alvo do Hybrid prefira um disco de 320 GB a um SSD de 80 GB, por mais veloz que este último seja.
Mas de longe o problema mais sério é o sistema operacional. A Dell impõe o Windows Vista e não há alternativa. Apesar de ser o sistema “atual” da Microsoft e ter melhorado com o lançamento do Service Pack 1, o Vista é “pesado” demais, não combina com o HD de 5400 rpm, e ainda por cima é caro, tornando o preço final da solução menos interessante.
Seria muito bom se a empresa oferecesse como opção o Windows XP, com certeza seria a mais vendida. Além disso a Dell já comercializa outros sistemas com Ubuntu, por que não disponibilizar este sistema para o Hybrid também? Não é justo forçar os usuários de Linux a pagar pela licença de um sistema que não vão usar.

O Studio Hybrid é um equipamento muito interessante.
Seu tamanho, design, performance e silêncio de operação são impressionantes. É certo que não se trata de uma máquina para todos. Ele tem capacidade de upgrade limitada e seu preço não é baixo, porém tem tudo para ser bem aceito em agências de design, consultórios médicos e escritórios de arquitetura, onde o estilo e a economia de espaço são muitas vezes mais importantes que as especificações técnicas. Também é conveniente para quem enfrenta limitações de espaço, problema muito comum nos pequenos apartamentos das cidades grandes.
Apesar de pequeno, deixa uma enorme expectativa para o futuro da computação pessoal.

fonte: revista PC & CIA.
Conheça o Studio Hybrid da DELL e se prepare: o futuro é dos pequenos. Conheça o Studio Hybrid da DELL e se prepare: o futuro é dos pequenos. Reviewed by Diogenes Bandeira on 03:37:00 Rating: 5

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